Não à paz podre do Sistema na Quinta da Fonte!

http://pt.novopress.info/?p=2633

Comunicado.

1. Os mais recentes episódios de explosão racista negra nos bairros conhecidos e do costume, marcados pela delinquência, pelo banditismo e pela política de subsídios do Governo, apesar do circo mediático a propósito da Quinta da Fonte, não podem surpreender ninguém. Mais: o pior ainda estará para vir.

2. Apesar da manipulação dos factos e dos discursos oportunos do Sistema, à esquerda como à direita, abertamente cínicos, facto é constatar-se a implosão do chamado Estado de Direito Democrático, e a falência anunciada das políticas de Imigração e Urbanismo. Pior, acentua-se o facto do aparelho repressivo do Estado não actuar contra a Imigração que goza, de facto, de regras de protecção excepcionais.

3. A Justiça que persegue impiedosamente o cidadão comum, o trabalhador, o revolucionário ou o nacionalista, ( de direita, de esquerda ou autónomo ), mesmo conhecendo todos o estado de farsa e caricatura que atingiu, é, de facto, cúmplice de situações como esta.

4. Será altura de em nome da Constituição deles, exigir, invocar e utilizar o Direito de Resistência. Contra armas, armas, se tal for o caminho e nada se alterar.

5. A solução será simples. Mas não seguida, todos o sabemos. Expulsão do País das comunidades imigrantes e uma nova Lei da Nacionalidade.

6. Estranhamos o silêncio neste debate sobre as comunidades extremistas islâmicas sunitas, ( vulgo Tallibãs ), instaladas no nosso País, bem mais discretos, é certo, em bairros estruturados e organizados, de Odivelas ao Laranjeiro, onde impera, de facto, uma ordem à parte. A Sharia. Existe mesmo outro Portugal em benefício certamente que não dos portugueses.

7. Sejamos claros. Sem complexos. Não racistas. Mas sem cobardia face ao politicamente correcto. A integração não existe e o multiculturalismo é a farsa com que se lapida a Identidade da Nação. Não por acaso,

 

A IMIGRAÇÂO É A ARMA DO CAPITAL!

O problema da Imigração.

Encontro Nacional, 19 de Julho, 2008.

Ousar resistir, ousar lutar!

A Imigração é a arma do Capital e da social-democracia folclórica do parlamentarismo burguês.

Nem a Comunidade Cigana já está a salvo do banditismo racista negro!

SIC

Público

BASTA!

Não queremos ser governados.

Não queremos governar!

Solidariedade com Maria Petrela!

Digam Presente!

Comunicado.

Para apreciação e debate das conclusões retiradas da Reúnião Geral do passado dia 28 de Junho, reuniu a Coordenadora da A.N.(A.), tendo decidido:

1. Suspender por tempo indeterminado a adesão de qualquer simpatizante ou C.A.R. ao nosso Movimento.

2. Proceder à reorganização interna das nossas estruturas e modelo de funcionamento, em paralelo com o todo o apoio a ser dado, nesta data,  à conclusão da Carta de Princípios, objectivo prioritário e que se tem arrastado excessivamente.

3. Nomear o Camarada Saxão responsável por todas as actividades, iniciativas e intervenções de Rua, bem como pela coordenação e adesão dos diversos C.A.R.’s a formas exteriores de Luta.

4. Elaborar uma agenda de actividades a ter início em Setembro deste ano.

5. Excluir, sob qualquer forma ou pretexto, qualquer colaboração de facto com outros partidos ou organizações políticas. Devem no entanto ser reforçados e ampliados os contactos com todos os movimentos que pela sua natureza e objectivos, prossigam actividades e desenvolvam formas de intervenção com as quais nos possamos identificar.

7. Reforçar a componente anticapitalisma, não parlamentar e de recusa do Estado com base na intervenção cívica e nos princípios da Desobediência Civil, na formação ideológica dos nossos militantes.

Porto, 2 de Julho de 2008.

O ponto da situação.

A presente situação política do País, marcada pelo congresso da normalização no PSD, onde a eleição de Ferreira Leite simboliza o reforço, de facto, dos sectores mais degenerados do Poder e do Capital em Portugal, não augura a breve prazo nada de bom para os trabalhadores e a sociedade em geral. Aí está o novo Código de Trabalho para o comprovar. Pouco importam as juras do costume onde a promessa de hoje é a mentira de amanhã. Mesmo quando esse é o catecismo usual do parlamentarismo burguês que pauta esta República à deriva. Todos o sabem, todos o sabemos. A mudança nunca virá de mais do mesmo. O Sistema já não oferece surpresas. Perante sinais claros de implosão social e o pulsar crescente da Rua, o Bloco Central dos interesses instalados está a caminho para salvar Sócrates, defender o Regime e criar condições objectivas e sólidas para a continuada ofensiva do Capital contra o Povo Português. Contra a Nação. Torna-se urgente estar atento e firme, acentuando as lutas de fricção e resistir o possível e dentro do possível aos tempos negros que se avizinham. Nada se espere das oposições instaladas. Elas são parte do Sistema. Antes as 7 balas do Algarve, Camaradas.

A social-democracia do Bloco vive de um intervencionismo folclórico e sem real significado para quem suja as mãos a trabalhar. Nem os jantares festas de alguém que respeitamos, como Miguel Portas, nada mais são do que convívios chic caviar para as pretensas élites burguesas do costume. E, já agora, para quem nos rotulava no início de copiar grupos de extrema direita, entretanto falecidos e enterrados, parece, fique claro que vamos estar sempre em lutas comuns com franjas do Bloco, se tal for necessário, sem abdicar de tudo o que defendemos e nos separa deles: a Imigração, o Nacionalismo, a opção Pró-Vida, o não aos casamentos homosexuais, por exemplo. A ideia de Estado.

Um alerta diferente tem de ser feito a propósito do PCP. Muitos de vós, militantes revolucionários, estivestes no Bolhão. Na luta dos camionistas, Alguns na dos pescadores. Conheceis bem a colagem oportunista e cínica que esses bonzos estalinistas procuram fazer a movimentos de cidadania autónoma, para os instrumentalizar, manipular e domesticar. Tudo isto foi bem evidente na luta dos professores ou, mais recentemente, no buzinão. É preciso estar atento. O PCP, assente na sua máquina sindical que, a partir de uma estrutura burocrata e corporativa apenas tenta capitalizar o genuíno descontentamento popular para manter regalias e privilégios na sua função pública, onde o conteúdo dito revolucionário se reduz às lutas salariais dos que têm trabalho e direitos excessivos num País de desempregados e precários sem direitos, luta pela sua fatia do bolo. O PCP é, também, o inimigo.

A todos deixamos o apelo ao cerrar de fileiras. Ao discernimento. A estarem disponíveis para, na Rua, onde o Povo estiver, combater de forma desinteressada, pelas boas causas, essas que nunca serão aos do Sistema. Saibam dizer presente! Sem ceder a compromissos e lembrando o que disse o Camarada Condor: neste momento concreto, objectivo, mais política e menos ideologia.

Saudações.

Encontro Nacional da A.N.(A.), este fim de semana.

Sob a orientação do Camarada Condor realiza a Coordenadora do nosso Movimento este fim de semana um encontro nacional, alargado aos C.A.R.’s Saxão, 22 de Prairial. Listy, El Campesino, Vitor Serge, Camisa Negra e Maria da Fonte, para discussão de documentos internos, análise da actual situação política e agendamento de tarefas organizativas.

Breve apontamento do Camarada Condor, ainda a propósito do Encontro de Fátima.

A intervenção do Camarada El Campesino leva-me a deixar aqui duas ou três notas à Vossa reflexão. Como sabeis não pertenço a nenhum C.A.R., limito-me a colaborar na nossa Coordenadora e na manutenção deste blogue, a qual, por motivos de índole pessoal, não é, neste momento, efectuada por mim. Ouvi a intervenção do Camarada em questão. Com interesse. Com questões, muitas delas, pertinentes. Acutilantes. Um quase abanão na modorra que, também eu o sinto, se tem instalado entre nós. Consequências da imaturidade e de um crescimento repentino e excessivo, certamente. Dores de parto, diria eu. Assim,

1. Não sou naturalmente candidato ou pretendente a coisa nenhuma. Da mesma maneira não sou nem serei guru de nada nem de ninguém. Por mim, a A.N.(A.) deverá manter a estrutura horizontal que a marca, liderada por uma Coordenadora centrada no Camarada Nero. Também, fora de qualquer polémica alguns dos seus traços fundadores: o nacionalismo, o anticapitalismo, o não ao parlamentarismo. A opção pela Rua. Sem vacilações.

2. O Camarada Nero, com o Beltenebros e o Saxão, são os fundadores e mentores do nosso Movimento e já demonstraram em momentos difíceis capacidades ideológicas e tácticas para liderarem tranquilamente e com firmeza a A.N.(A.).

3. Os textos fundadores, em revisão final para aprovação, estarão prontos a breve prazo. Como sabeis, apesar da vontade nem sempre existe disponibilidade pessoal.

4. Não sei sinceramente, Camarada Campesino, se estamos demasiado presos à herança spartakista. Ou a qualquer outra coisa, inclusivé a situacionista que viemos aqui debater e que obriga, queira-se ou não, a descer ao núcleo do pensamento marxista. Não me considero libertário. Se calhar, nem autónomo, signifique isso o que significar. Para mim, lembra um velho tema dos Buzzcocks, ” Autonomy”, o qual daria um bom hino ao Movimento. O meu mote de vida e acção é o velho e actual ” No future “. Mesmo que moldado por gerações de revolucionários onde como em Rosa Luxemburgo, haverá sempre algo a que volto com regularidade. Pessoalmente, vejo-me mais como um dissidente Moral, Ético.

5. Encontros como os de Fátima irão dar-nos solidez e rumo. Concordo com muito do exposto. Somos um Movimento que nada quer a não ser gritar não,que deseja afirmar a recusa a este modelo capitalista de sociedade, que ao optar pela participação anónima dos seus membros nas lutas dispersas do quotidiano quer corroer e friccionar. Basta desta gelatina enfadonha, desta agonia sem conteúdos, finalidades ou sentidos, pretensamente igualitária. Nunca pactuarei com a farsa democrática do parlamentarismo burguês. Basta deste quotidiano agitado que representa um nada agitado, como bem o denunciou Pascal Bruckner. Basta de ilusões e utopias quanto a progressos felizes. Sim a um regresso a uma dignidade possível, sim à Revolução, sempre, mesmo quando ela não está na agenda do dia. Tente-se, isso sim, uma nesga para lutar e combater, de partilha solidária, sabendo que não existem amanhãs que cantam e a banalidade medíocre tomou conta de tudo. Sem vestígios de iluminados ou de pretensas vanguardas.

6. Vanguardas que se revestem de roupagem vária. Aqui aproveito para discordar claramente dos sinais que encontro nalguns Camaradas que parecem ter-se convertido, mais do que à Rua, ao circuito da Miguel Bombarda. Felizmente falamos, bem, a propósito de Débord. ” O poder não cria. Recria. ” Disse-o ele. Como alertou para o facto do ” escravo honesto “, o peido artístico, ter medo, acima de tudo, de parecer passadista. Daí a diarreia infecta e degenerativa que em nome da Arte explica algumas vanguardas, meros braços nos negócios múltiplos do Capital, na prática do détournement. Aí se encontra explicado o ódio das vanguardas ao critério estético. Débord, não se esqueçam os oportunistas trapaçeiros que por aí andam e dele se reclamam, foi quem defendeu a versão original e clássica de Versalhes e da Capela Sistina. A imbecilidade, mais ou menos provocadora, que mais não é do que um arroto onanista hard-core, triunfou. Nada prova, a não ser este final dos tempos marcados pelo nivelamento igualitário da democracia de massas. Débord, um solitário, desprezava os herdeiros de Maio de 68. Por isso tinha orgulho na sua solidão final, longe dos intelectuais do século. Relembrem o que escreveu, fulminante, sobre a tralha da pop-art. Ele, o que citava Homero e Shakespeare. Falar de Débord é fazer o elogio de quem desmascarou a falsificação mercantil e institucional das putas da Cultura. Ele, que se lamentava pela impossibilidade desta sobremodernidade nos oferecer um novo Donatello. Débord, o que sempre lembrou não existir nada de mais desprezível que o moderno. Tudo é possível, hoje. Solução? Uma nova teoria crítica, sim, mas acima de tudo, uma práxis de ruptura.

7. Temos todos de evitar cair no abismo de pensar ter-se encontrado uma qualquer verdade. É tempo de buscar valores e de rir dos fazedores de promessas.

8. Ando a ler Cícero. Curioso, por acaso, a avalanche de obras no mercado sobre Roma e de grandes autores clássicos romanos. Vem a calhar. Longe vão os dias dos optimares e nesta mistura rasca de oligarquia e olocracia a que chamam democracia, resta resistir e ousar lutar. Sejamos aqueles que como Cipião sorriem mas, ao contrário deste, dizem:  Silêncio, por favor! Acordem-me do sono.

 

Saudações!

Internacionalista é o Capital.

Não preciso de ir buscar as reacções do patronato à Lei aprovada em Bruxelas, tímida e curta, que visa disciplinar a imigração que assola a Europa. Diria tudo, explicará bem o que está em jogo. E mostra como a esquerda chic e folclórica social-democrata, reformista e parlamentar do Bloco faz objectivamente o jogo do Capital. Desde a nossa fundação, e respondo já aqui ao Camarada Campesino, somos nacionalistas. Defendemos a Identidade e a alma própria, única, dos Povos que, partindo de uma raiz comum, a Grécia e Roma, constituem na sua diversidade a Europa, nosso modelo civilizacional. Diversidade feita de traços ancestrais comuns. Temos da Europa das Nações, a que a de Bruxelas e do Capital persiste em destruir, a ideia espiritual e mística, mais que territorial. Por isso combatemos com ferocidade o Capital, o multiculturalismo, o internacionalismo marxista. Por isso dizemos não à Imigração como o dizemos ao Racismo, sendo racialistas, por isso partilhamos com outros núcleos nacionais galegos e alemães as nossas bandeiras negras. Contra o Capital e contra o Estado, cada vez mais vago e repressivo, como contra uma certa esquerda pseudo militante, intolerante e não menos repressiva no pensar que a Direita mais ou menos mascarada dos neo e pós fascio-nazis. Os que já nos bateram à porta e não deixei entrar. Da mesma forma o meu escarro vai para esses revolucionários de pacotilha que sentam o traseiro nos parlamentos do Sistema. Nos bonzos marxistas.-leninistas do comunismo. Não é preciso ir longe. Numa altura em que todos glorificam a palhaçada de Maio de 68 é ver os copains de ontem. Presos e mortos os melhores, os outros, cá como lá fora, os Fernando Rosas, as Maria José Morgado, os Pacheco Pereira, os Zé Manuel Fernandes,  os Cohn-Bendit, ou estão a liderar a ofensiva liberal neocom ou andam a animar o Sistema que reforçam com toques de ruptura, excrementos de uma agenda dita cultural. Os gays, claro, as ganzas, o aborto, as balelas do costume. Faltava apenas recuperar mais recentemente os situacionistas. Pobre Débord. Que fique claro, de vez. Para nós são todos sem excepção inimigos objectivos. Para nós que amamos a Rua e não temos medo de dizer sermos nacionalistas, para nós, para quem a Imigração é a arma do Capital. Goste ou não Rui Moreira ou Francisco Louçã. Aqui não temos felizmente carreiras e negócios em perspectiva e um burguês será sempre um burguês, o porco que deve ser morto.

 

Nero.

Comunicado.

Por deliberação do Colectivo dos C.A.R.’s do nosso Movimento foi deliberado nomear, por tempo provisório, o Camarada Saxão responsável pela manutenção e elaboração deste blogue.

Porto, 19 de Junho de 2008.

Nota informativa.

Pelo carácter de organização do nosso Movimento, horizonte e autónoma, este blogue foi interrompido por doença do seu responsável. Estamos a reorganizar o funcionamento da Coordenadora, face a estes novos elementos, e contamos a breve prazo ter a situação resolvida, publicando os textos em atraso.

Saudações.

Nero.

Foda-se a Revolução!

 

Foi por umas horas, por um dia, dizem. A luta dos camionistas, apunhalada pelo grande patronato que veio em socorro do Governo, salvou infelizmente o Regime e salvou o Estado do colapso. Greves sim, mas com juízo e de preferência que não incomodem ou tragam o bendito caos ao sossego dos cidadãos. A acção directa e a luta autónoma tiveram a vitória na mão e, como sempre, deitaram tudo a perder. Tirem-se de novo lições e ilações. Especialmente quando vos convidamos a vir aqui hoje discutir Guy Débord, ( a propósito do texto recentemente publicado na Antígona por Anselm Jappe ), e a quem está presente, Condor, Nero, Beltenebros, Parvus, Listy, Maria da Fonte, Camisa Negra, passo com clareza a dizer desde já que não ando contente. Parece-me e sinto sinceramente algum desnorte teórico e ideológico entre nós. Ao mesmo tempo sinto a ausência clara de uma voz de comando. Camarada Condor: termine com urgência os textos fundadores e assuma sem problemas a coordenação do Movimento. Já o disse o Saxão, hoje aqui ausente: é o Camarada quem a maioria quer. Havendo espaço para todos é tempo de recuar um pouco e perceber como somos neste momento um Movimento excessivamente  marcado pelo spartakismo e Rosa Luxemburgo, nós que somos ferozmente não marxistas e, por enquanto, nacionalistas mesmo tendo C.A.R.’s na Galiza ou na Alemanha.  Há demasiada tralha ideológica merdosa. Também sei que o Camarada Condor terá dificuldades em aceitar o repto. Saúde e uma profunda aversão a protagonismos. Mais sei que mesmo ele é profundamente devedor da herança spartakista e da esquerda libertária alemã mas não o é menos como a maioria de nós do situacionismo e das correntes autónomas. Daí a feliz casualidade do debate que agendamos para este fim de semana, no culminar de uma semana políticamente marcante. A abrir o que quero dizer desde já: a A.N.(A.) não é vanguarda, nem acção organizada, não quer representar coisa nenhuma, ” não quer tropas nem discípulos “, é um mero espaço de encontro e reflexão autónomos de gente autónoma que actua de forma autónoma lá fora, na Rua, com o Povo, no quotidiano. Foi isto que nos juntou e corrijam-me se estou enganado. Sem hierarquias, de forma e estrutura horizontais, pequena por opção, discreta, anónima, de difícil acesso, avessa a multidões e massas. Onde não se come da gamela do Sistema, onde se não fazem carreiras ou dinheiro, onde não se arranjam empregos e benesses, sem compromissos. Onde queremos é foder sempre que possível o Poder em nome da vida vivida e do indivíduo autónomo. Deixemos as merdas do Regime para a burguesia reformista e reaça de direita e de esquerda. E mais do que nunca lembremo-nos que estamos sózinhos contra uma sociedade que desprezamos alegremente, onde falar de proletariado, partidos ou revolução se torna ridículo e o Trabalho, os trabalhadores lutam é pelo salário e pelo seu bem estar, ou seja, o consumo. Imbecil, cretina e alienada a classe trabalhadora quer é futebol e cerveja. Sob a espada pendente do desemprego crescente a “malta” quer é safar-se e sobreviver. O resto é paleio. Logo, sem interesse. Sejamos realistas. Ou seja: mantenhamos a coerência interna, estejamos onde a Rua arder, lutemos onde o quotidiano nos chamar, contra este mesmo quotidiano e porque outra vida é, afinal de contas, possível. Com os pés no chão, fiéis ao que somos, com empenho e realismo. Sejam benvindos, viva eu, viva vocês, viva nós e viva a Amy Winehouse!

( Fátima, 13 de Junho, El Campesino ).    

” Os trabalhadores como força motriz do movimento contra revolucionário! “

Conferência promovida pelo C.A.R. El Campesino.

Fátima, 13 de Junho de 2008, em homenagem a Guy Débord.

Dia de Portugal.

Apenas umas breves palavras num dia onde, regra geral, se fala demais. Com pompa, circunstância e ridículo. Onde o Regime se celebra e se condecora a si próprio, orgulhoso do descalabro a que conduziu todo um Povo e uma Nação e, por outro lado, aturamos o saudosismo serôdio do patrioteirismo salazarento. Assim, assinale-se a data que, queira-se ou não, é para a maioria mais um feriado apenas. Aqui, juntos, lembramos hoje, como o escreveu Herberto Helder, o País dos ” campos abanados pelo silêncio “. Onde é preciso ” recriar o criar “. O País que foi, é e será apesar do repasto de marxistas e liberais. O Portugal onde, insistimos, a implosão desta República é um facto visível e o futuro incerto. Um País que, devagar, lá fora, nas ruas, vira as costas ao patranhismo parlamentar burguês e assume as suas revoltas e lutas. O País da fome, da pobreza, dos salários miseráveis, do desemprego. Mas que ainda assim é e será o nosso e onde insistimos em lutar por um futuro melhor. O País que traiu e aviltou em 74, que se vendeu a Bruxelas, está vivo. Resiste. Celebremos o ser português. E isso Camaradas, é estar em sintonia com a realidade. Com a miséria crescente. Discretos, humildes, disciplinados, disponíveis para combater os que comodamente construíram um Estado dentro do Estado numa sociedade que se tornou ética e moralmente intolerável. Como Revolucionários que, sabendo ser a Revolução algo alheio à vontade colectiva, hoje, e a não fazer, sejamos realistas, parte das preocupações e prioridades de um Povo alienado, cansado e anestesiado, devemos manter dentro das nossas limitadas possibilidades esse friccionar pernanente do quotidiano. É aí que reside o desafio. É preciso insistir que, acima de tudo, fundamental é travar o combate pela necessidade absoluta da Liberdade, pública e privada, e que essa é filha da Justiça que não temos. Resistir, teimosamente. Saber ouvir e estar com o Povo. Já o dizia Annah Arendt quão difícil é ser poeta neste século, ou em qualquer outro. Sejamos nós o Poeta que, como lembrou Camões, ” não perde as esperanças / de poder nalgum tempo ser contente “.

Viva Portugal!

Solidariedade autónoma com os combates dos trabalhadores!

Ousar Lutar, ousar Resistir!

Intervenção não debatida do representante do C.A.R. Maria da Fonte no Encontro Geral da A.N.(A.).

( A ser discutido na próxima Reunião Geral. Aos Camaradas em questão o pedido de desculpas por só hoje divulgarmos o texto ).

 Camaradas:

A Luta, como costuma dizer o Camarada Condor, faz-se fazendo. Com ela surgem problemas novos a exigir também respostas novas. Afinal no princípio deste caminho eram quatro e hoje estão aqui nove CAR’s. Distantes já em muitos aspectos do que começamos por ser. Temperados já e felizmente por alguma Rua. A aprender em cada situação. Sem nunca sermos vanguarda ou protagonistas de coisa nenhuma. Estivemos em Lisboa. Estivemos em Olhão. Estivemos na Bélgica. Estamos em Berlim, em Dresden, no Porto. Não vou demorar a expor o que me faz intervir. Trago apenas em nome do meu CAR e no do Camarada Listy o pedido de agendamento para discussão na elaboração do texto definitivo da Carta de Princípios da A.N.(A.) a questão nacionalista.

Ao destino sombrio de uma Europa em declínio, iniciada nas ruínas de Roma, conforme o explica Julius Evola em ” Revolta  contra o Mundo Moderno “, haverá que contrapor a transcendência universal da Tradição ao actual estado crepuscular e nada mais é contrário às categorias do espírito Tradicional do que a ideia de uma civilização colocada sob o signo do colectivo. Isto torna urgente fazer a distinção entre nacionalidade e nacionalismo.  É saber com clareza que o nacionalismo moderno é quantidade, simples massa que actua por mitos e sugestões para despertar instintos elementares. A substância do nacionalismo moderno não é um ethnos mas um demos, uma herança degenerada da Revolução Francesa. Defendemos a Identidade comunitária tradicional dos povos e nacionalidades europeias. O abismo que enfrentamos, respeitando esta permissa, exige a Luta por uma Europa transnacional feita por homens unidos por uma ideia de defesa civilizacional, assente num bloco de nacionalidades, respeitadora da Identidade única de cada povo, mas voltada para a defesa da herança e do património, da Tradição da Europa de todos nós, única, essa Europa que não é nunca a de Bruxelas e do Capital, essa Europa que cambaleia face às ameaças mais ou menos violentas que as civilizações e a barbárie que nos rodeiam tentam fechar sobre nós. Esses, os que pretendem saquear as ruínas que ainda nos restam. Por isso pensamos ser importante pensar, não a Nação mas a Europa.  Alterar conceitos. É ,nesse sentido que apresentamos este tema a discussão de forma a ficar esclarecido de que nacionalismo falamos aqui no nosso Movimento. Ou, se ele próprio fará ainda sentido. Nessa medida, apresentamos em anexo proposta de alteração à Carta de Princípios. Esperamos as contribuições de todos.

Saudações!

O parlamentarismo e o sindicalismo são duas faces da moeda do

Capital!

Informação.

O Encontro Nacional da A.N.(A.), efectuado no fim de semana passado não deu por concluídos os seus trabalhos. Em agenda, por discutir questões como o Sindicalismo, Nacionalismo, Financiamento e alterações directivas. O encontro foi adiado para data e local a estabelecer.

A Revolução não é trabalho ou tarefa de partidos. ( Pelo Camarada Parvus ).

Otto Ruhle a abrir os trabalhos deste encontro onde, com surpresa, me pediram para fazer a abertura. Vou tentar ser breve e claro. Ou seja, pouco político. Mais do que escrever e discutir devemos saber o que queremos, quem somos e estar lá fora, na Rua e com a Rua. Hoje, a marcar este encontro a Luta dos pescadores a quem presto homenagem e solidariedade. Sendo importantes, estas reúniões centradas em aspectos teóricos, são quase secundárias, inúteis e tornam-se inconsequentes, pela repetição.

Com os aspectos organizativos já praticamente resolvidos e arrumados, apetece dizer aos meus Camaradas, maioritáriamente pós-Spartakus, a recomendação de Rosa Luxemburg: ” Ajam! “.

Posto isto quero deixar algumas notas à discussão que temos pela frente.

Desde o início foi o A.N.(A.) um Movimento com raízes autónomas assentes de forma bem clara no ” esquerdismo ” de que falou Lénin, o que muito nos satisfaz. Somos ” esquerdistas ” por sermos um Movimento de cariz social, não parlamentar, ideológicamente não cristalizado e avesso a organizações e outros legalismos burgueses. Anticapitalistas e Revolucionários. Pessoalmente sofro ” da doença infantil do comunismo “, respeito a memória de um Max Holz ou de Karl Platter da mesma forma que desprezo  Lénin ou Trotsky, e sei que a curto prazo, ser Revolucionário é estar relegado a núcleos residuais e de pouca expressão directa na sociedade. Eu sou o revolucionário esmagado em Kronstadt pelos bolchevistas. Eu sou o que defende até ao fim ser o Povo quem manda e o nosso Movimento, também ele, terá de obedecer, enquanto colectivo livre e autónomo revolucionário ao pulsar e sentimentos do Povo. Eu sou o que sabe serem o parlamentarismo e o sindicalismo a burla do Capital, a fachada que o Capital usa atrás da qual realiza e concretiza os seus objectivos. A válvula de segurança contra a Revolução. As trelas que domesticam as massas populares.

Hoje, aqui, para chegarmos à conclusão da nossa Carta de Princípios é importante ter presente que se muitos entre nós partem, na origem, do legado e da herança de Spartacus, aqui também temos militantes que vêm de Pannekoek, do sindicalismo revolucionário ou de Sorel, por exemplo. Saibamos respeitar as diferenças. E ter sempre presente o aspecto central da nossa fundação: o Povo e a Revolução, ambas a não precisarem de vanguardas, de organização partidária, de direcção política. Somos, todos, parte supérflua da Luta Colectiva. E ao contrário de Rosa Luxemburgo digo: antes nenhum partido que um mau partido!

Depois é preciso ter presente a explosão, por fim, dos sinais e números da Crise social e económica que enfrentamos. E é preciso não esquecer que a Crise do Capital, esta que vivemos, não é primeira nem será certamente a última. Mais importante, Camaradas: ensina-o a História. O Capital reforça-se e ganha alento renovado nas suas próprias crises.

A terminar, uma palavra para os perigos que espreitam a sociedade portuguesa. E esses não vêm da direita liberal ou pós salazarista. Vem do Regime. O inimigo principal neste momento é a social democracia capitulacionista e reformista do Bloco e dos bonzos marxistas do PCP. Neles, tudo são palavras e, parece, agora, festas. São eles o primeiro travão à Revolução. Eles são partidos burgueses como os outros, parlamentares e, logo, de defensores objectivos do Sistema, do Regime, do compromisso, do oportunismo e da cedência. Eles são oposição, não Revolução. Assim pela Rua e com a Rua, nós e todos os que connosco estiverem. O resto é demagogia. Louçã, Alegre, Jerónimo ou Portas são saco da mesma farinha.

Espero que este encontro marque de forma clara o nosso posicionamento político não deixando espaço para dúvidas e leituras duvidosas: a A.N.(A.) é uma organização autónoma, revolucionária socialista e anticapitalista!

Rimo-nos da Pátria e dos patrioteiros de serviço e assumimos orgulhosos o nosso Nacionalismo!

Sabemos ser o multi e o inter culturalismos a mais recente invenção ideológica do Capital, esse sim, global e transnacional, inimigo das Identidades. Em caso algum voltamos costas à solidariedade internacional no contexto da luta de classes, por sabermos que muitas das nossas lutas não se esgotam no interior das fronteiras nacionais. Mas sabemos que a Nação é a derradeira barreira ao crescimento da barbárie e ao sucesso das estratégias capitalistas. A nação é o baluarte ao liberalismo e ao marxismo.  Todo o palavreado hipócrita da esquerda burguesa sobre o tema não passa de folclore. Esse paleio é inimigo da sociedade autónoma que perseguimos. Não esquecemos que muito antes de nós, Europa de Nações, os árabes escravizaram povos e impérios e durante muitos séculos foram eles quem troxe a escravatura a África, onde ainda hoje existe. É tempo de ter a honestidade de pensadores insuspeitos como Castoriadis e com firmeza e sem complexos afirmar que o problema do nosso futuro, da Nação e da Europa é a Imigração, essa arma do Capital.

Bons trabalhos.

Encontro Nacional da A.N.(A.). Este fim de semana.

Discussão e aprovação da Carta de Princípios, texto final.

Pelo boicote!

 

 

2 Congressos partidários marcantes.

Com profundos reflexos no cenário europeu a curto e médio prazo, decorrem este fim de semana os congressos partidários alemães dos Linke e NPD. Numa Alemanha onde Angela Merkel e a sua direita conservadora amestraram de forma primorosa o SPD, guetizando liberais e verdes, as franjas revolucionárias da sociedade alemã procuram encontrar soluções e caminhos alternativos. Vencedora, em toda a linha, a aposta dos Linke de Lafontaine e Gysi, suportados no eleitorado do antigo Leste e na coerência das suas posições. Em crescendo eleitoral, os Linke, souberam capitalizar o descontentamento dos mais desfavorecidos e das forças do Trabalho por contra ponto a uma extrema-direita que, sendo única na Europa pela sua base de implementação, de raiz proletária, se viu enredada em escândalos sucessivos, ( como o ocorrido na Thuríngia com Erwin Kemma ), cisões, luta pelo poder interno, saída de muitos dos seus melhores para as organizações autónomas. Voigt já nada representa num NPD onde a implosão, evidente, já não é só financeira. O labor discreto e a acção clara dos Linke, já a terceira força política alemã, poderão a curto prazo trazer novidades no panorama político daquele País mas são, acima de tudo, um exemplo a ser tomado em conta por quem recusa o actual estado das democracias europeias e procura vias alternativas. 

Em Berlin, como um pouco no resto do mundo, pelas Baleias!

Nacionalista e Revolucionário!

Não ao parlamentarismo burguês do Capital!

Pela reconstrução da Nação, pela destruição do Estado!

Para encerrar de vez Maio de 68.

Os melhores acabaram assassinados ou mortos.

Os outros, como de costume.

Obama? Não!

http://www.nader.org/ (?).

A consultar, este ficheiro.

Actualizações em português no Jornal Público e aqui.

Breve reflexão a propósito de desobediência civil.

Dramático, hoje, quando erramos por entre as ruínas da sobremodernidade, é saber a importância da dissensão face ao consentimento apático e amorfo das massas uniformes que alimentam e sustentam a farsa democrática das maiorias. Optar pela desobediência civil será, talvez, a derradeira e mais importante forma de intervenção e de participação activas na vida política e no quotidiano de todos. Ela é o espaço possível de transgressão na teoria e na prática da engrenagem onde somos confrontados com o desafio final: antes párias sociais, excluídos e marginais, emancipados e autónomos, como avançou Max Weber, a vender a alma, princípios e valores, seguindo o trilho dos arrivistas do capitalismo burguês. Antes Heine do que Rothschild, como escreveu Arendt. Esse, o arrivista, o que nunca pensa ou se revolta, algures entre a imbecilidade medíocre política e a incapacidade de se abrir à alteridade, submerso na mesquinhez, na barbárie do dia a dia. Dramático na errância onde tentar pensar é já um desafio de coragem é saber não termos já passado que ilumine um qualquer futuro e, assim, este deambular atascado nas trevas. O desafio é encontrar as pontas onde pensamento e realidade se reencontrem. Hoje, é no respeito pela pluralidade do outro, que se exige o ousar sair e afrontar o mundo, ciente da solidão que carregamos face à ausência da história, do centro, da tradição. Sabendo ainda que só em comunhão se faz a Luta e que a solidão nos rouba a dimensão da humanitas. É preciso redescobrir o sentido que inverta a ausência do mundo no mundo dos homens, ousar resistir sabendo que o conflito político passa, ainda, também, por se fazer de verdades de facto que nunca são as verdades da razão e que dizer não é afrontar as verdades das maiorias, as quais são sempre a verdade do Poder.

Irena Sendler

É urgente dizer BASTA, é urgente dizer NÃO!

 

” Nada é mais indigno de um povo civilizado do que deixar-se, sem resistência, governar pelo bom e obscuro prazer de um bando de déspotas “.

La Rose Blanche. 

 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329056&idCanal=62

Ousar Lutar, ousar Resistir!

Contra o Capital!

Agenda para o fim de semana.

Em volta do café.

Deu início, ontem, o nosso Movimento, a uma iniciativa que pretende semanalmente passar a juntar os nossos militantes em torno de tertúlias temáticas. Assim, encontramo-nos para de forma pouco rígida discutir o tema que esteve em cima da mesa, ” esquerda e direita “, que sentido, hoje. Da pluralidade de opiniões deve reter-se a ideia de que mais do que de esquerda ou direita, a distinção, a existir, será antes entre direitas e esquerdas. Constatou-se a dificuldade em segmentar movimentos ou grupos onde a matriz, sendo revolucionária, não parte da herança marxista mas que nem por isso deixam de ser profundamente ideológicos.  Percebeu-se o quão difícil é caracterizar ideológicamente o que é, ou não, hoje de direita ou de esquerda. Muito menos se tal fará ainda sentido. Acutilante e especialmente pertinente, a intervenção muito crítica do Camarada Beltenebros a propósito das teses sustentadas pelo filósofo Norberto Bobbio. Salientou-se ser o corte ideológico marcado quer pela posição nas lutas do quotidiano, quer pela opção autónoma, não parlamentar e anticapitalista. Analisou-se o quanto a esquerda clássica é reaccionária e se encontra reconhecível numa direita conservadora, ambas cada vez mais idênticas, mais ou menos social-democratas e aliadas dos interesses do Capital. Passando a linha de demarcação pela postura face a este, ( e mesmo ao Estado, que combatemos em nome da Nação, onde à sociedade preferimos a comunidade ), ficou em aberto qualquer conclusão. O debate ficou agendado para novo encontro na próxima semana, em espaço a combinar. Em aberto, ainda, o debate sobre o sentido de direita/esquerda perante as novas realidades sociais e, nesse quadro, a caracterização da A.N.(A.). Debate que faz ainda mais sentido quando, conforme o acordado na Conferência de Refundação, está a ser elaborada a nossa Carta de Princípios.  Registamos com satisfação o crescente pedido de adesões e de contactos ao nosso Movimento. De forma lenta e organizada, assim se ousa lutar e resistir! 

 

A ler aqui.

Contributos para um debate necessário.

A acção da classe política evoca permanentemente Woody Allen: ” é uma boa solução mas lembra-me lá qual é o problema “. Mais: o problema é o Sistema onde a vida democrática se resume, de forma mais ou menos clara, ao direito de voto, e mesmo esse condicionado. Ao certo, numa sociedade hiper informada, sobre informada, ninguém sabe rigorosamente porquê, quem e como se tomam decisões. E, pior, as soluções ou alternativas que se nos oferecem apenas são parte do mesmo problema. São, elas mesmo, o problema. Nestas circunstâncias falar de esquerda ou de direita é irrelevante. A linha divisória, fracturante, revolucionária, é apenas a postura anticapitalista não parlamentar. Postura que passa pelos combates do quotidiano: ecológicos, de Identidade, culturais, a pobreza, o Trabalho ou a Escola. Como a Saúde. Exemplos dispersos.  Mas também a obrigação de erguer uma nova ordem de Valores.

Tirado deste. A visitar.

Importante. A reter.A reflectir.

” Quem somos? Como funcionamos? Que é e quem não é parte de nós? Haverá um nós? E sobretudo o que vem a ser o nós? “

Facto, Camaradas, é este, ( partindo de Castoriadis ):

As pessoas devem juntar-se porque partilham um projecto.

 O Projecto Revolucionário.

 

LIBERTAR O TIBETE É CHINÊS PARA TI?

Manter firme a Luta pelo Bolhão!

 

Visitem os Camaradas do Gaia.