A memória selectiva a fazer o elogio do sionismo.
Como todas as Nações, Portugal faz-se também de páginas menos brilhantes e alguns momentos negros. O presente que vivemos, confirma-o. Assim aconteceu, também, no massacre em 1506. Agora. Se Berlin plantou umas pedras em memória do holocausto, Lisboa no seu provincianismo labrego que se quer cosmopolita, inventou a sua homenagem às vítimas judias de então. O acontecimento mereceria uma nota de rodapé insignificante na nossa História que parece esquecer e omitir tudo do que se faz a nossa passada grandeza. Esteve lá quem devia estar: o populista oportunista e demagogo do Bloco, o Costa, o Soares. Todos esses que só têm a temer o julgamento futuro da História que insistem mas não conseguem apagar. Presente, claro, a voz do nosso judaísmo mais radical e intolerante, a sionista Mucznick, cúmplice e admiradora de Sharon, personagem sinistra que destila ódio em cada linha que escreve mas que, curiosamente, ninguem condena por racismo. Tudo normal até aqui, portanto. Os judeus mortos à época foram o pretexto para o folclore habitual. Lamentável e penoso foi ver e ouvir, conivente com uma encenação digna da melhor acção psicológica de massas do multiculturalismo militante, onde impera um inexplicável e imbecil sentimento de culpa não racional, José Policarpo. Por nós aguardamos ansiosos resultados e dinheiro gasto, bem gasto, numa Câmara Municipal falida, com as ninharias que não ocorrem aos nossos ilustres: a pobreza quotidiana que devora milhões dos nossos cidadãos. Mesmo sabendo que esses, os pobres, não serão nunca uma prioridade. Porque são brancos e não judeus. Porque são portugueses no seu País. Amén!
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